As minhas memórias de Couto Viana por Alberto de Araújo Lima
via nonas by nonas on 6/23/10
As minhas memórias de Couto Viana
António Manuel Couto Viana chegou ao meu conhecimento pela leitura do jornal A Rua, que o meu pai comprava todas as quintas-feiras.
Conheci-o pessoalmente num dos jantares anuais comemorativos do 28 de Maio e mais tarde, revi-o no centenário de Salazar (1989), no Porto. Onze anos depois revia-o novamente por ocasião do 50.º aniversário da morte de Alfredo Pimenta, onde palestrou, na Sociedade Histórica da Independência de Portugal, levada a cabo a 29 de Novembro de 2000, em Lisboa.
A minha aproximação a Couto Viana dá-se pela boa mão de Rodrigo Emílio, a quem Couto Viana perguntou se sabia de alguém que o pudesse ajudar na recolha dos poemas publicados n`A Rua sobre o Ano Internacional da Criança e Rodrigo disse-lhe que sim, falando no meu nome como detentor da colecção quase completa desse magnífico semanário.
Concluída, então, a pesquisa e recolha dos poemas bem como das imagens que os ilustravam, fiz chegar ao António Manuel com impressões a laser. Couto Viana ficou radiante ao conseguir reconstituir essa selecta de poemas e ver assim dar à luz mais um livro da poesia "Criança é Rima de Esperança" (2001), com o que me brindou numa exagerada e "extraordinária gentileza" dedicatória.
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Conheci-o pessoalmente num dos jantares anuais comemorativos do 28 de Maio e mais tarde, revi-o no centenário de Salazar (1989), no Porto. Onze anos depois revia-o novamente por ocasião do 50.º aniversário da morte de Alfredo Pimenta, onde palestrou, na Sociedade Histórica da Independência de Portugal, levada a cabo a 29 de Novembro de 2000, em Lisboa.
A minha aproximação a Couto Viana dá-se pela boa mão de Rodrigo Emílio, a quem Couto Viana perguntou se sabia de alguém que o pudesse ajudar na recolha dos poemas publicados n`A Rua sobre o Ano Internacional da Criança e Rodrigo disse-lhe que sim, falando no meu nome como detentor da colecção quase completa desse magnífico semanário.Concluída, então, a pesquisa e recolha dos poemas bem como das imagens que os ilustravam, fiz chegar ao António Manuel com impressões a laser. Couto Viana ficou radiante ao conseguir reconstituir essa selecta de poemas e ver assim dar à luz mais um livro da poesia "Criança é Rima de Esperança" (2001), com o que me brindou numa exagerada e "extraordinária gentileza" dedicatória.
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