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sábado, 22 de dezembro de 2012

Portugal nasceu à sombra da Igreja


Portugal nasceu à sombra da Igreja e a religião católica foi desde o começo elemento formativo da alma da Nação e traço dominante do carácter do povo português. Nas suas andanças pelo Mundo – a descobrir, a mercadejar, a propagar a fé – impôs-se sem hesitações a conclusão: português, logo católico. Tiveram o restrito significado de lutas políticas, e não de questão religiosa, os dissídios dos primeiros séculos entre os reis e os bispos e os que mais tarde envolveram os governos e a Cúria. Na nossa história nem heresias nem cismas; apenas vagas superficiais, que, se atingiam por vezes a disciplina, não chegavam a perturbar a profunda tranquilidade da fé. A adesão da generalidade das consciências aos princípios de uma só religião e aos ditames de uma só moral, digamos, a uniformidade católica do País foi assim, através dos séculos, um dos mais poderosos factores de unidade e coesão da Nação Portuguesa. Portanto, factor político da maior transcendência; e por esse lado nos interessa.

António de Oliveira Salazar in «Discursos».

Fonte: Blogue "Acção Integral", post de 05Dez2012

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Sobre as greves


Somos excessivamente pobres para nos permitirmos a esse luxo. Tanto mais que quando se reconhece o direito à greve admite-se que há uma incompatibilidade absoluta entre o interesse patronal e o interesse dos trabalhadores, e que a questão não poderá ser resolvida senão pelo recurso à força. É evidente que ganhará o mais forte, o que não significa que triunfe a justiça. Tanto que se rejeita o direito à greve deve admitir-se que os interesses patronais e os interesses dos trabalhadores são, no fim de contas, concordantes e não contraditórios; que deve ser também considerado um terceiro interesse que é o interesse social; e que uma organização deve ser erigida para permitir aos interesses divergentes definirem-se e conciliarem-se, reconhecendo-se o Estado como árbitro supremo. Nestas condições, o direito à greve pode, sem riscos, e com vantagens, deixar de ser reconhecido.

António de Oliveira Salazar in jornal «Le Figaro», Setembro de 1958.
Fonte: Blogue "Acção Integral", post de 14Nov2012.

domingo, 16 de setembro de 2012

Que fazer? (O Pensamento de Salazar)


Arrancar o poder das mãos das clientelas dos partidos, pôr acima de todos os interesses o interesse de todos, o interesse nacional, tornar o Estado inacessível à conquista pelas minorias ousadas e mantê-lo em contacto permanente com as necessidades e as aspirações do país, organizar a nação de cima para baixo, com as várias manifestações da vida colectiva, desde a família até aos corpos administrativos e às corporações morais e económicas, e integrar esse todo no Estado, que se tornará assim a sua viva expressão, isto é, tornar real a soberania nacional.
António de Oliveira Salazar in «Salazar e a Revolução em Portugal» de Mircea Eliade.

Fonte: Blogue "Acção Integral, post de 14Sent2012.

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Citação do Dia (citação de António Oliveira Salazar)

Citação do Dia

via FALANGISTA CAMPENSE by Falangista Campense on 8/20/10

"Não temos medo do comunismo porque temos uma doutrina e somos uma força"
António Oliveira Salazar