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sábado, 9 de fevereiro de 2013

MORREU JAIME NEVES


Português, transmontano, militar e amante das coisas da vida.
Conheci o Major General Jaime Neves, mas não privei com ele. Por isso não tenho um conhecimento sequer razoável do seu carácter e personalidade, não podendo, assim, escrever sobre ele com profundidade. Estimáva - o como camarada mais antigo. Ler mais

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Forças Armadas: Assim Se Vai Fazendo a História e Jornalismo

O jornal Público publicou um título "Tropas Portuguesas decapitaram em Angola". Segue resposta. Há 51 anos passou-se um dos Natais mais dolorosos de toda a nossa História colectiva. Angola estava a "arder" e o país em pé de guerra; Goa, Damão e Diu, estavam debaixo da pata militar da União Indiana, mas a esmagadora maioria da Nação estava coesa e pronta para a luta, à volta da lareira dos seus antepassados, com a velha cruz de Ourique ao peito, a espada numa mão e a charrua na outra. A vigília foi nossa! Hoje o Sr. Ministro ds Defesa escusa-se a ir visitar as tropas no Kosovo e no Afeganistão (onde não defendem terras nem gentes portuguesas), para poupar uns euros (maldita moeda). Sinais dos tempos...

Fiquem bem.


Perigosos opressores colonialistas eliminados pelos libertadores de Angola (1961)

Com parangonas e ar de escândalo, a edição do jornal “Público”, do pretérito dia 16 de Dezembro, entendeu dar a conhecer aos seus leitores que “tropas portuguesas decapitaram em Angola”, remetendo para páginas adentro os comentários a tais façanhas retiradas de um relatório de uma acção militar, em 27 de Abril de 1961, na sanzala Mihungo, Norte de Angola.

Este relatório terá sido encontrado nos arquivos da PIDE/DGS, na Torre do Tombo, constando de um livro recentemente editado. Ler mais

sábado, 8 de dezembro de 2012

A Importância do Ultramar para a Economia Nacional


 A Importância do Ultramar para a Economia Nacional
Tenente‑Coronel PilAv João José Brandão Ferreira*
No número 10 de Outubro de 1999 da Revista Militar, escrevemos com o mesmo título um artigo em que a matéria exposta cobria o período em que Portugal se tinha lançado na gesta dos Descobrimentos, até à realização da Conferência de Berlim em 1884/85. Vamos hoje retomar o tema mas agora na tentativa de cobrir o período que dista daquela Conferência até ao golpe de Estado que depôs o regime Corporativo, conhecido por Estado Novo, em 25 de Abril de 1974.
O Século XIX
“O primeiro passo de uma Nação para aproveitar as suas vantagens é conhecer perfeitamente as terras que habita, o que em si produzem, o de que são capazes.”
Memória Económica
Abade Correia da Serra
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domingo, 14 de outubro de 2012

RADIOGRAFIA (POUCO EXAUSTIVA) DO PAÍS


“O preço a pagar pela tua não participação na Política é seres governado por quem é inferior”.
Platão (C. 428-347 A.C.)

PREAMBULO
Com o fim do Conselho da Revolução, em 30/09/1982, o Poder Político ficou totalmente nas mãos das forças políticas – surgidas na sequência do 25 de Abril de 74 – que as sucessivas pugnas eleitorais colocavam nos órgãos de soberania, segundo o figurino constitucional entretanto aprovado.

Para trás ficavam anos conturbados que se iniciaram com a perda de controlo da situação originada no golpe de estado do MFA; numa transição político/social caótica e numa descolonização traumática e muito vergonhosa, cujas consequências estão a revelar-se piores das que se seguiram à entrada do Duque de Alba e do Marquês de Santa Cruz, em Lisboa, em 1580, e das Cortes de Tomar de 1581, que foram o seu epílogo. Ler mais

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

OU DAMOS CONTA DOS PARTIDOS OU OS PARTIDOS DESTROEM PORTUGAL!

Temos mais um interessante e corajoso artigo do Ten-Cor. Brandão Ferreira cuja leitura recomendo vivamente. 

Para os mais apressados não deixem de ler e meditar na passagem que transcrevo a seguir e que se refere à génese do inglorioso, nefasto e vergonhoso golpe do 25 de Abril de 1974 que destruiu a Pátria e nossa Nação multisecular, pluriétnica e pluricontinental
«Chegámos a 1974 e uma pequena parte do Exército, entendeu, por razões que ainda não foram devidamente assumidas, fazer um golpe de estado. Ao contrário dos seus camaradas de 1926, não se percebeu muito bem o que possam alegar como justificação.
Todos os órgãos do estado funcionavam em pleno; não havia crise financeira nem económica; a ordem imperava nas ruas e nos lares.
A Nação encontrava-se em guerra e batia-se no seu melhor ia para 13 anos e não se pode admitir que profissionais do quadro permanente aleguem, porventura, estarem cansados de fazer a guerra.» 
Rui Moio

OU DAMOS CONTA DOS PARTIDOS OU OS PARTIDOS DESTROEM PORTUGAL!:
Este artigo foi publicado em 8 de Novembro de 2005, apesar da acção nefasta dos actuais Partidos, se fazer sentir hà muito. Presumo que agora já seja mais fácil perceber porquê.
As pessoas, por norma, indignam-se tarde e a más horas e nem sempre pelas melhores razões. E, por norma, também, os diferentes escalões hierárquicos teimam em fingir que não vêem/não entendem, e porfiam em atacar efeitos e não causas. Faz parte da natureza humana.
Não aprender nada, não faz parte da natureza humana".
Brandão Ferreira

“ho que cumpria aho bom governo”
D. Manuel I
Frase, que segundo Damião de Góis, o Rei teria proferido após ter reconhecido a Janes Mendes Cicioso, burguês de Évora, depois de este ser ouvido uma justificação do seu protesto contra um imposto real.
Não só lhe deu razão, como o louvou apontando-o como exemplo dos homens que pretendia ter junto de si, de modo a dizerem-lhe “...”
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Fonte: Blogue Adamastror, post de 19Set2012, post do Ten-Cor Brandão Ferreira

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

NA APRESENTAÇÃO DO ELMO DE D. SEBASTIÃO

via O Adamastor by Adamastor on 8/11/11

Aqui está o produto final do Filme-Documentário acerca do ELMO.
Parte 1: http://www.youtube.com/watch?v=D3MiSjOBfKM
Parte 2: http://www.youtube.com/watch?v=PUFafc7susY
Parte 3: http://www.youtube.com/watch?v=PymMR9zVrqQ

No passado Domingo, dia 7 de Agosto, na quinta Wimmer de Rainer Daehnhardt foi apresentado o elmo de D. Sebastião.
Lá estive com o anfitrião e o Emb. Jorge Preto para fazer a apresentação com uma vasta assistência.
Fica a minha palestra intitulada;

A IMPORTÂNCIA DO REAPARECIMENTO DO ELMO DE D. SEBASTIÃO NA NOSSA GERAÇÃO
"Morrer sim, mas devagar"
D. Sebastião, em Alcácer Quibir

    Passou a ser recorrente, entre nós, atacar a figura do nosso rei D. Sebastião – nome único entre todos os nossos reis e também no mundo – que de "Desejado" por todos, como ficou para a História, passou a ser considerado, por muitos, como o símbolo do erro e da leviandade.

    Tudo porque arriscou uma partida difícil e perdeu uma batalha que quase esteve ganha. Acaso a tivesse ganho seria hoje um herói?

      Creio que aquela imagem começou a ser construída no século XIX, pela historiografia emergente da Convenção de Évora-Monte, quase toda ela Liberal e Maçónica, e que se prolongou pela I República, da qual também saiu ferido o infeliz rei D. João VI, cuja figura está a ser lenta e justamente recuperada.

    Não nos fica bem tratar, deste modo, o jovem Rei-Menino, que parece, afinal, ter morrido velho…


Em primeiro lugar porque a jornada de África, sendo discutível, não era desprovida de nexo estratégico. Não acreditamos que se tratasse de ocupar todo o Marrocos – para o que, sozinhos, nunca disporíamos de forças suficientes – mas sim jogar em apoios que permitissem deter o Império Otomano em rápida expansão nos Balcãs e no Norte de África, onde já tinham chegado a áreas argelinas – lembra-se que os Turcos só foram parados às portas de Viena em 1529 e, mais tarde, em 1683.

    Lembro ainda que a batalha de Lepanto, que quebrou a expansão naval turca, no Mediterrâneo, se dera, em 1571. O perigo não tinha findado, porém, recordando-se a acção dos Cavaleiros do Santo Sepulcro de Jerusalém, a partir da ilha de Malta (e a importância da ajuda nacional nesse âmbito), e a decisiva contribuição da esquadra portuguesa na vitória do Cabo Matapam, contra os Turcos, em 1707, 130 anos depois de Alcácer Quibir…

     Acresce a tudo isto o constante perigo que representava para a navegação cristã (e para as populações do litoral), a pirataria Berbere e também a "concorrência"espanhola, que cada vez intervinha mais no litoral norte africano, desde Carlos V, como são exemplos os ataques a Tunis e Argel, onde também participaram fortes esquadras portuguesas.

     No Reino também se assistiu a uma mudança de política, relativamente à ideia de abandono de praças em Marrocos, posta em prática no reinado de D. João III, sobretudo após as Cortes de 1562 e da extraordinária defesa ao formidável cerco que os Mouros puseram a Mazagão, nesse mesmo ano.

     A situação política em Marrocos era, outrossim, favorável: havia guerra civil e um dos principais contentores aceitou fazer uma aliança com Portugal.

    É certo que o monarca português cometeu erros, sendo o maior de todos, o de se colocar à testa do Exército sem ter assegurado descendência – embora tal se devesse, em muito, à pressão dos acontecimentos; não avaliou bem as intenções do seu tio Filipe II, de Espanha – que o traiu – e, durante a batalha foi mais um combatente voluntarioso em detrimento da acção de comando na direcção da contenda.

    Mesmo a critica de se ter afastado da costa perdendo assim a protecção da frota não colhe, já que o ataque a Larache, um dos principais objectivos da expedição, era muito difícil de fazer por mar, para o que se contava com os 50 navios e os 5000 homens prometidos por Filipe II, e que nunca vieram. Já o "timing" da expedição, no pino do verão marroquino, é menos sustentável, se bem que decorresse dos atrasos sucessivos a que a prontidão do Exército foi sujeita. Houve também dificuldades de recrutamento de tropas, sobretudo no Norte de Portugal, o que obrigou ao recurso de mercenários alemães, italianos e espanhóis o que tornou o Exército algo heterogéneo. A carriagem era, ainda, muito pesada tornando difíceis as deslocações.

    Sem embargo, Sebastião não nos desmereceu: começou por preparar a campanha com antecedência, para o que reformou toda a legislação militar, incluindo a primeira concepção moderna de serviço militar obrigatório; depois, combateu bem e com denodo; deu o exemplo, e pagou com a vida ou o desterro – e tudo indica que foi esta última hipótese que ocorreu – a sua audácia e crenças. Dele disse o grande Mouzinho, na sua esplêndida carta ao Príncipe D. Luís Filipe: "…mas a morte de valente, expiatória e heróica, redime os maiores erros. Bem merece ele o nome de soldado…"

    O desfecho da batalha pode não redimir totalmente a figura do jovem Rei, mas salvou para sempre a sua imagem. De tal modo que se entranhou no imaginário nacional, um peculiaríssimo estado de alma – à revelia de toda a racionalidade - e que só os portugueses entendem: o "sebastianismo", essa saudade das glórias passadas, misturado com a esperança da redenção do porvir.

    Deve ainda ter-se em conta que não foi por D. Sebastião ter sido derrotado em Alcácer Quibir, que Filipe II se apoderou da coroa portuguesa – a nossa Marinha, por ex., ficou intacta: foi pelo caquectismo e pusilanimidade do velho Cardeal D. Henrique, e porque a maioria do alto clero e alta nobreza se deixou seduzir e corromper pelos ideais iberistas e pela prata de Sevilha! Uma lição de que nos deveríamos lembrar hoje, todos os dias…

    Em síntese, apesar da sua pouca idade em Alcácer – 24 anos – D. Sebastião não nos deixou ficar mal, não fugiu, não desertou do combate, não traiu. Deu o exemplo, pôs-se à frente das tropas, combateu com bravura, não desmereceu dos seus maiores, não envergonhou a nobreza, o clero e o povo. Sebastião agiu de boa mente e com boas intenções.

    Não era um "louco" ou um doente com deformações, como quiseram fazer crer. O seu reinado tinha sido um bom reinado: ocorreram um número elevado de vitórias militares, em três continentes; estabeleceram-se muitas medidas para o saneamento da economia e finanças e, até, da moral e dos costumes, e o próprio Rei se interessou pessoalmente pela administração da Justiça.

     Ao contrário do que também quiseram fazer crer, o jovem rei não era incapaz de conceber e não se opôs a casar-se. Opôs-se sim, a casar com quem lhe destinavam e, ou, nos moldes em que o propunham. Neste âmbito é necessário recordar toda a má política seguida por seu tio, o sempre presente Filipe II.

    O "Desejado" passou, desde o seu desaparecimento, a representar a esperança da redenção da Pátria, de tal modo que o povo se recusou sempre a acreditar, contra tudo e contra todos, na sua morte.

    A sua figura foi um pilar fundamental da resistência à usurpação filipina e inspiradora da Restauração da Independência; foi um sustentáculo da Fé e da coesão, foi a luz que nunca se extinguiu no fim da esperança. "Da Lusitana antiga liberdade…" no dizer de Camões.

    Configurou o mito da Fénix renascida, agregou vontades e deu um sentido para o futuro; ao mesmo tempo que ajudava a suportar os sacrifícios e as humilhações do longo calvário de 60 anos em que estivemos sujeitos a Madrid.

    D. Sebastião nunca morreu entre nós, esteve sempre presente na mente do povo e dos grandes portugueses, nas artes e na literatura. É um ícone do nosso imaginário!

    De facto, a acreditar no que D. Sebastião representa, é conseguir ultrapassar-nos a nós próprios.

   O elmo de combate, em boa hora recuperado, que hoje está entre nós, e que reúne muitos indícios que podem levar a concluir, sem rebuço, que é aquele que o nosso Rei usou na malograda batalha – e disso é mister fazer prova junto da comunidade académica e cientifica - é o que nos resta d' Ele, é um símbolo d' Ele, é uma imagem que podemos recriar d' Ele.

    Hoje D. Sebastião, o seu espírito e o que ele representa, é-nos mais necessário do que nunca. Regressados às fronteiras do século XIII, se bem que enriquecidos com os Arquipélagos Atlânticos, poderíamos manter-nos uma pequena potência mas, em vez disso, deixámo-nos escorregar, por via de lideranças incompetentes e antipatrióticas – que nós temos tolerado - para um quase estado exíguo, que vive desmoralizado e de mão estendida.

    E não temos mais retaguarda estratégica…

    Três grandes perigos/ameaças impendem sobre o nosso país: o federalismo europeu, o iberismo – que aquele potencia em extremo – e, sobretudo, o desleixo nacional, o baixar das guardas, a perda de referências e de auto-estima.

    A União Europeia – recordo que nem o Conde Duque Olivares se atreveu a substituir-nos a moeda – só pode evoluir em três sentidos: ficar a patinar na situação cacofónica em que está, e nós com ela; fazer uma fuga para a frente e avançar de qualquer maneira na integração económica, social e política - e Portugal desaparece como Estado, primeiro, e com o passar do tempo, como Nação; ou implode, e cada um irá por si, estilhaçando-se em conflitos e egoísmos algo catastróficos. Qualquer dos cenários é mau e devemos preparar-nos rapidamente para fazer face a qualquer um desses cenários.

    O que passa, obviamente, por preparar o abandono desta organização internacionalista cujos fins são indefinidos. A Europa só nos interessa enquanto preservar a individualidade da Nação Portuguesa. Não menos do que isso. Qualquer outra solução representa o nosso epitáfio!

    Os perigos do Iberismo aumentaram exponencialmente pois todas as defesas que criámos ao longo dos tempos foram todas derrubadas desde a experiência funesta que iniciámos em 1986.

    O "fraco rei faz fraca a forte gente", não é apenas uma frase lapidar camoniana, é uma verdade incontornável de todos os tempos. Vamos ter que ter grande coragem, liderança e perspicácia estratégica para conseguirmos sobreviver a tudo isto.

    Creio termos que regressar à matriz nacional e a acreditar no velho espírito da casa lusitana. Em síntese, reaportuguesar Portugal!

    Para isso nada melhor para nos inspirar do que a figura do Rei menino que quis a glória da terra que lhe deu o berço. O seu elmo de batalha aí está a significar a sua intemporalidade e transcendência. Ele nos fará correr mais rápido o sangue nas veias, de modo a que nos disponhamos a enfrentar quaisquer perigos.

    Com ele se levantará a altaneira "raça" portuguesa e não haverá Adamastor que nos detenha.

    Uma nota final:
   D. Sebastião está, pois, vivo entre nós; o que ele representa está vivo, viva então em nós o "Desejado"!

     E se os seus restos mortais foram inumados em Limoges, como estudos recentes parecem atestar, e existindo forte possibilidade de se conhecer a urna em que estiveram depositados, então só nos resta pugnar, junto do governo francês, para que a dita urna e toda a memoralistica que se possa vir a identificar, regresse a Portugal.

      Devemos, então, enviar uma escolta de cadetes das Academias Militares, para o acto de tomada de posse, enviar tudo para o porto mais próximo e embarcar num navio da esquadra portuguesa, que faria o transporte para Portugal. A Cruz de Cristo, das asas dos caças da Força Aérea, será protecção segura após entrada em águas nacionais. O desembarque seria no Restelo, após salvar a artilharia; seguir-se-ia guarda de honra e "Te Deum" nos Jerónimos e festa em todo o país.

    D. Sebastião é um dos nossos maiores, deve regressar à Pátria. É um dever e uma dívida de todos nós.

     Viva o Desejado!

     Arraial, Arraial, por Portugal

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Portugal: UM PAÍS QUE NÃO SE LEVA A SÉRIO!

Portugal: UM PAÍS QUE NÃO SE LEVA A SÉRIO!

via Mente Vertical by Simão Salgado on 8/8/10

Por: Ten. Coronel Brandão Ferreira



É do senso comum e da sabedoria popular que um qualquer indivíduo não se deve levar demasiado a sério e conseguir, até, rir-se de si próprio. Isto pretende significar que ninguém se deve julgar acima do que é, ou aquilo que não é, não se tornar obcecado por qualquer ideia ou pretensão e ser suficientemente saudável para, descontraidamente, se amenizar com eventuais disparates que pensou ou realizou.

Isto não quer dizer que não leve nada a sério, que abdique nos princípios ou se curve a indignidades. O mesmo se pode aplicar aos países com a diferença, significativa, de aos órgãos do Estado, não se poderem admitir, institucionalmente, algumas atitudes desculpáveis em indivíduos.

Parece que o estado Português tem estes conceitos algo baralhados, o que induz, parte da sociedade, a acompanhá-los nos erros e nas atitudes. Ler mais

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Pior do que a guerra...

Pior do que a guerra...

via INCONFORMISTA.INFO by Miguel Vaz on 12/17/09

"Pior do que a guerra é as sociedades humanas viverem subjugadas pela violência unilateral de um só grupo, pelo poder dos fortes sem escrúpulos, pelo vício, pela corrupção que não conhece limites, pela negação da verdade, da justiça ou liberdade. Ou seja, pelo domínio do mal e pelo desespero de saber que a paz e a ordem jamais serão restabelecidos. O bem que a paz fomenta nunca poderá ser garantido pelo comodismo pacifista, nem poderá provir da iniquidade de entregar as populações aos caprichos de ideologias ou de ideais perversos."

João José Brandão Ferreira
in "Em Nome da Pátria", Publicações Dom Quixote, Lisboa, 2009.

sábado, 21 de junho de 2008

Identidade e individualidade nacional

via o sexo dos anjos de noreply@blogger.com (Manuel) em 20/06/08

Identidade e Individualidade Nacional Portuguesa

via o sexo dos anjos de noreply@blogger.com (Manuel) em 20/06/08