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domingo, 26 de abril de 2009

Um grupelho destes energúmenos criminosos - EM NOME DE UNS QUANTOS TOSTÕES, DESTRUÍRAM A MAIS ANTIGA NAÇÃO DA EUROPA

Conquistada a pulso firme homens de honra e coragem por Heróis sobre as suas vidas, com audácia e coragem, sofrimento e lágrimas, sob juramento de lealdade, dedicação e amor na defesa ao serviço da sua Nação.

Um exército é uma das bases da estabilidade, da confiança, da defesa, do respeito, da dignidade, do prestígio, do orgulho, da honra de qualquer Nação civilizada. Existem situações das quais inaptos não podem participar, mesmo na mais simples situação, os ignorantes não sabem como tratar, pior se torna quando ignorantes têm propensão ao crime organizado.

No exército de Portugal existiram Heróis, homens com honra, coragem e patriotismo que deram e davam as suas vidas pela defesa da sua Pátria, mas todos nós sentimos como vítimas que nas suas fileiras perfilavam uma espécie de canalha, criminosa apátrida.

Um grupo de soldados a 25 de Abril de 1974 – destes criminosos –, saíram de um qualquer quartel utilizando abusivamente de forma ilícita material de guerra que se encontra confiado a um exército e atentaram contra a Pátria, em paz (sim, paz !!! porque não se pode chamar guerra a focos de terroristas), utilizando esse material de guerra não para defesa da Pátria, mas, contra a sua própria Pátria (Crime de Lesa-Pátria, só assistido em Portugal como um país da Europa), e civilizado na altura).

A causa!? Por mais erróneo que seja, por mais que às mentes e compreensão de milhões de portugueses seja repugnante a razão não se encontre uma justificação para tão desprezível e apátrida acto dizem eles: por reivindicação por aumento de salários !!!.

Não atentaram contra uma entidade particular, utilizaram armas de guerra propriedade de um Estado para a defesa da sua integridade territorial como Nação e a paz dos seus povos.

Poderemos imaginar facilmente as consequências se um qualquer empregado para reivindicar um qualquer status laboral ou aumento no seu salário o fizesse sob coacção pelo terror de uma qualquer arma de fogo,(na hipótese seria morto ou preso e expulso do local de trabalho) essa seria a justiça adequada, para um desequilibrado de índole criminosa.

Um grupelho destes energúmenos criminosos, que pelo seu comportamento e participação na amputação da Pátria , e pelos consequentes dramas daí resultantes, são impróprios de viver paredes meias com pessoas que se bateram em defesa da mais antiga Nação da Europa.

Se sem ambiguidades estes monte de excrementos que medraram entre a traição a hipocrisia e a vilania para esta escória da sociedade, o destino será o contentor dos resíduos da Pátria ou a valeta dos detritos da História, tornou-se no carrasco de um povo que foi grande e que desde 1974 definha, por lhe terem destruído a mística, anulado a personalidade e alienado o sentido Pátrio numa democracia imposta pelas prisões arbitrárias, por sevícias a civis e a militares feitas por energúmenos fardados; por esbulhos, por ocupações selvagens, por violação à justica, por espancamentos, por coacções psicológicas, por afrontas a gente humilde e honrada, não se pode dizer que este regime seja límpido e cristalino, como os intitulados pais da pequena pátria pretendem fazer crer.

Entendemos nós que a democracia genuína não se impõe pela força das armas, nem pela constante mentira. Não foi o povo que se levantou e lutou pelo regime político em que

vivemos desde 1974. A democracia que nos oprime psicologicamente emergiu de um golpe militar que teve origem em reivindicações de uns quantos improbos, insanes, malfardados. Enfraquecida a Nação, depauperado o sentido Pátrio, anestesiado o povo as perspectivas que se abrem aos portugueses são muito sombrias, pressagiando um colapso de consequências imprevisíveis.

Os novos detentores do poder tentam iludir o povo fogem ao esclarecimento dos nefastos acontecimentos que fizeram submergir Portugal num turbilhão de angustiados dramas sob constante ameaça vinda de fora da perda da própria nacionalidade.

O pior que poderia ter acontecido a Portugal e aos portugueses é o de terem sido sobrecarregados por um grupo de indivíduos desorientados pela ambição do mando, que à sombra de uma ideologia estranha a Portugal, cujos seguidores se tratavam por camaradas, desprestigiaram, empobreceram e reduziram Portugal a uma dimensão impensável.

Que se poderá chamar a quantos contribuíram para tamanha tragédia se não Dejectos da sociedade. Cristina da Nóbrega - Monte Estoril Publicado nowww.aloportugal.org

 Fonte: Blogue "aloportugal.org" – post de Cristina da Nóbrega

domingo, 27 de julho de 2008

Em jeito de guisa [crítica ao artigo "Angola não é nossa" de Fenanda Câncio]

"Angola não é nossa"
via cinco dias by Fernanda Câncio on 7/24/08

Em jeito de guisa por Cristina da Nóbrega

via nonas by nonas on 7/26/08

Recebi da Exma. Senhora D. Cristina da Nóbrega, ex-participante de Salazar, o obreiro da Pátria, este texto sobre os dislates que Fernanda Câncio publicou sob o título "Angola não é nossa" do Diário de Notícias.
Tudo natural e normal num país em que se defende a liberdade de expressão e onde todos opinam, até mesmo aqueles - raros - que o fazem acertamente.

***

«Todos nós sabemos que em Portugal os ditos "jornalistas" do pós-25 de Abril, saídos das escolas "aviários" do jornalismo de propaganda da esquerda", são péssimos, desinformados e maus profissionais, (os bons profissionais do jornalismo, esses que existem, são censurados). De entre estes "jornalistas" saídos dos "aviários" esquerdistas democratas, uma há que dá pelo nome de Fernanda Câncio escreve umas prosas, (falhas e todas elas contraditórias), num jornal diário e vai daí que outros jornais ao descobrirem uma tal escrita tão inédita, qual obra-prima e extraordinária reforçam o fenómeno publicando também a tal prosa, como impacto à descoberta das Bermudas, são muito interessantes no ponto de vista analítico, mas nem por isso, deixam de ser duvidosas e análogas às verdades.
Ousei extrair dessa mesma prosa, algumas frases curiosas escritas no tal jornal diário, pela tal "jornalista" Fernanda Câncio.
Desta escrita salta à vista a frustração, a negação, a rejeição e a grandíssima contradição.

«Nunca fui a Angola, nem em trabalho nem em férias - e tenho pena.»
O menino d' Ouro não a convidou a ir na comitiva a Angola?... Como foi possível ele fazer-lhe uma coisa destas?... Que lástima no que é que dá passar de pretenso "engenheiro", a Ouro… Já não liga ao cobre, veremos se na ida do Ouro a Angola não vai passar a Diamante.

«Não nasci lá, como tantos portugueses, nem deixei lá saudades, pertences, fortunas ou amores, nem perdi lá um parente ou uma parte dele. Não tenho mágoas angolanas - nem, já agora, moçambicanas, guineenses, cabo-verdianas ou são-tomenses.»
Aqui esqueceu-se de Timor, imperdoável…

«Os países africanos de expressão portuguesa não são para mim diferentes de tantos outros países, africanos ou não.»
Pelas mãos criminosas e apátridas dos seus amigos hoje "democratas", Angola no território em que foi transformado, também a mim não me diz nada, também para mim é um qualquer país africano. Mas não era… Era um território cosmopolita de raiz portuguesa.

«Não me assaltou nenhuma nostalgia colonialista nos que visitei, Moçambique e Cabo Verde.»
Esta "jornalista" deve de viver de experiências transcendentais, porque nunca alguém que nunca viveu, conheceu ou sofreu na sua vida ou na sua pele as nossas províncias do Ultramar, nunca poderão sentir seja o que for como laços de territórios pertença de Portugal.

«Não senti nada de especial a não ser, em Moçambique, uma mágoa parecida com remorso herdado perante a miséria, os escandalosos fossos socioeconómicos e a subserviência do povo perante "os brancos". Mas isso já sentira noutras partes de África - alguém chamou a isso "o remorso do homem branco" (neste caso, de mulher, e morena).»
Será que as tais mulheres morenas, são as negras?... Mas, onde está a subserviência?... Será que elas, centenas delas, quando casavam ou viviam maritalmente com o homem branco e tinham vários filhos do homem branco, entrava nesta situação a tal subserviência!!!?... Não… decerto que ela não se refere aos portugueses, provavelmente estará a referir-se sobre a tal subserviência dos negros de Angola aos negros do MPLA, aos comunistas, aos socialistas, aos americanos, aos chineses, aos brasileiros, aos judeus, aos tiranos.

«Basta-me saber que não há eleições no país desde 1992 para não gostar do Governo nem do presidente.»
Quem foram os honrados e grandes políticos que instalaram no poder estes homens do MPLA?... Não sabe, claro que não sabe, como "jornalista" é uma fraude.

«(…)"os portugueses" - tenhamos "lá andado" 500 anos como não.»
Este "lá andado" 500 anos, é a prova dos nove da absurda ignorância desta pretensa "jornalista" amiga do pretenso "engenheiro e de pretensões em pretensões" lá vão eles andando", por Portugal.

«Portugal colonizou e descolonizou, Angola é dos angolanos.»
Portugal colonizou!!!... Provavelmente… Mas garanto-lhe que não "descolonizou".
Angola foi sempre dos angolanos portugueses, tenho documentos que rezam, que são testemunhos, feitos legalmente sob as leis da Constituição de Portugal e que provam que Angola era dos angolanos portugueses, pese que em 1961 os negros do Congo Belga invadiram Angola para assassinarem o povo português, instruídos e às ordens dos americanos e dos soviéticos.

«Façam-se negócios, certo. Apertem-se mãos, assinem-se acordos. Defenda-se isso a que se chama "o interesse português". Mas, por favor, não exagerem.»
Eu aperto a mão, a qualquer um deles, defendendo o interesse português de toda a minha família, em que se assumam acordos de restituírem o legado e bens de toda a minha família roubados expropriados e ocupados abusiva e criminosamente.
E prometo que não exagero.
Mas, por favor, poupe-nos a todos nós das suas paupérrimas prosas.»