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segunda-feira, 8 de julho de 2013

Partidos para quê?


Que desapareçam os partidos políticos. Nunca ninguém nasceu membro de um partido político; em troca, todos nascemos membros de uma família, somos todos vizinhos num município, esforçamo-nos todos no exercício de um trabalho. Pois se essas são as nossas unidades naturais, se a família e o município e a corporação é no que verdadeiramente vivemos, para que necessitamos do instrumento intermédio e pernicioso dos partidos políticos que, para unir-nos em grupos artificiais, começam por desunir-nos nas nossas realidades autênticas?

José Antonio Primo de Rivera in «Discurso de fundação da Falange Espanhola».
Fonte: Blogue "Acção Integral", post de 21Abr2013

domingo, 20 de dezembro de 2009

Uma maneira de ser

Uma maneira de ser

via INCONFORMISTA.INFO by Miguel Vaz on 12/20/09

"Mas o nosso movimento não seria de todo entendido se se cresse que é tão-somente uma maneira de pensar; não é uma maneira de pensar: é uma maneira de ser. Não devemos propor só a construção, a arquitectura política. Temos que adoptar, perante a vida inteira, em cada um dos nossos actos, uma atitude humana, profunda e completa. Esta atitude é o espírito de serviço e sacrifício, o sentido ascético e militar da vida."

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Presente!

Presente!

via INCONFORMISTA.INFO by Miguel Vaz on 11/23/09
"O nosso movimento não é apenas uma maneira de pensar, é uma maneira de ser. Não nos devemos propor apenas a construção, a arquitectura política. Temos que adoptar, perante a vida, em cada um dos nossos actos, uma atitude humana, profunda e completa. Esta atitude é o espírito de serviço e sacrifício, o sentido ascético e militar da vida. Assim sendo, que ninguém pense que aqui recrutamos para oferecer recompensas; que ninguém pense que nos reunimos para defender privilégios."

José António Primo de Rivera

sábado, 3 de outubro de 2009

Citação do dia

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

TESTAMENTO COMPLETO DE PRIMO DE RIVERA

sábado, 5 de julho de 2008

O Problema da Liberdade

O Problema da Liberdade

via FALANGISTA CAMPENSE de Francisco Pereira em 04/07/08
Caros visitantes, hoje proponho-vos a leitura de um texto sobre um tema que é sempre bastante discutido e complexo: A Liberdade. Ora então vejamos a opinião de José António sobre este tema:

"Contra o desdenhoso "Liberdade par quê?" de Lenine, nós começamos por afirmar a liberdade do individuo, por afirmar a liberdade do individuo, por reconhecer o individuo. Catalogados como defensores do panteísmo estatal, começamos por aceitar a realidade do individuo livre, portador dos valores eternos.
Mas só se afirma quando ela corre riscos de perecer. Afirmamos a liberdade, porque é susceptível de ser suprimido um dia. E em que estado de coisas sofre o conceito de liberdade o risco de ser menosprezado?
Para o homem primitivo não existia um conceito, uma ideia de liberdade. Vivia dentro dessa liberdade, que era natural na sua vida, sem apreciá-la nem formulá-la. O homem das primeiras idades era livre e com liberdade plena, sem reconhecer no que consistia. E não o sabia porque não havia nada capaz de coagi-lo; existia ele e nada mais.
Foi preciso que surgisse uma entidade que pusesse limites aos seus impulsos para que desse conta dessa liberdade de manifestação das suas tendências, até aparecer um conjunto de normas capaz de coibir os movimentos espontâneos da Natureza não se põe o problema da liberdade; em suma, até haver Estado.
O Estado pode ser considerado como realidade sociológica cognoscível pelo método das ciências de normas a que é aplicável o método das ciências normativas. No primeiro aspecto, a luta entre o individuo e Estado não teria interesse jurídico, reduzir-se-ia a uma investigação da causalidade indiferente para o problema do "dever ser". A luta jurídica e politicamente interessante, é a que se desenrola entre o complexo de normas que integram a ordem jurídica estatal e o individuo que, face a essas normas, quer afirmar-se vitalmente; quer em termos vulgares, "fazer o que lhe der na real gana".

José António Primo de Rivera
Colóquio no Curso de formação da Falange em 28 de Março de 1935

Eu concordo plenamente e vocês? Deixem os vossos comentários…

quarta-feira, 25 de junho de 2008

Nem Esquerdas nem Direitas

Enviado para você por Rui Moio através do Google Reader:

via FALANGISTA CAMPENSE de Francisco Pereira em 24/06/08
Pois é, hoje enquanto lia alguns dos discursos de Primo de Rivera, o nosso fundador, achei este seguinte apontamento bastante interessante e no qual eu me revejo profundamente. Aqui vos deixo este seguinte extracto e depois leiam-no e reflictam…
"Os partidos de Esquerda vêem o homem, mas desenraizado. A constante das esquerdas é a preocupação pela sorte do individuo contra toda a arquitectura politica, como se fossem termos contrapostos. O esquerdismo é, por isso, dissolvente e corrosivo; é irónico e, estando dotado de uma brilhante colecção de capacidades, está, apesar disso, muito virado para a destruição e pouco para a construção. O direitismo, os partidos da direita, foca o panorama pelo outro lado.
(…)O direitismo quer conservar a Pátria, quer conservar a unidade, quer conservar a autoridade; mas desinteressa-se da angustia do homem, do individuo, do semelhante que não tem de comer.
Esta é a verdade rigorosa e muitos encobrem a sua insuficiência com palavreado: uns invocam a Pátria sem a sentir nem a servir; os outros atenuam o seu desdém, a sua indiferença pelo problema profundo de cada homem, com fórmulas que na verdade não são mais do que envólucro verbal sem significado. (…)"

José António Primo de Rivera, extracto do Discurso pronunciado no Circulo Mercantil de Madrid em 4 de Abril de 1935.

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