segunda-feira, 28 de abril de 2008

Jarancadás em flor

"ESTA FOI A SEMANA em que a flor dos jacarandás voltou à cidade! Os primeiros a florescer, tímidos, apareceram no Rato (mão amiga me levou lá!), em Belém e na Av. D. Carlos I. Mesmo previsíveis, as rotinas e as repetições têm destas coisas. Umas, como as comemorações oficiais do 25 de Abril, são cada vez mais maçadoras e destituídas de sentido. Outras, como a floração anual dos jacarandás, anunciam, com alegria, o eterno recomeço."

Fonte: Blogue Sorumbático - post de 27Abr2008

RELIDO: (Episódios históricos de Macau) "Dois telegramas e uma mulher coerente"

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via Portas do Cerco - Macau, 25 de Agosto de 1849 de Vitório Rosário Cardoso em 27/04/08
É conhecida a história dos dois telegramas, um enviado precisamente na véspera do 25 de Abril, expressando o apoio oficial de Macau ao Presidente do Conselho, Prof. Marcelo Caetano, e à sua política, e o outro remetido alguns dias depois da queda do regime, homenageando o Movimento das Forças Armadas e saudando a "acção patriótica da abnegada Junta de Salvação Nacional". Uma mulher, porém, não

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domingo, 27 de abril de 2008

Fins-de Semana

Enviado para você por Rui Moio através do Google Reader:

via Estado Sentido de cristina ribeiro em 27/04/08
"Caro Fabrizio, estou a escrever-te num estado de extrema prostração. Lê as terríveis notícias que vêm no jornal. Os Piemonteses desembarcaram. Estamos todos perdidos. Esta mesma noite, eu e a família toda vamos refugiar-nos nos barcos ingleses. Decerto quererás fazer o mesmo."
(«O Leopardo», de Giusepe Tomasi di Lampedusa)

Sentada no sofá, muitas foram as vezes em que os olhos paravam neste título, na lombada de um livro fininho, há muito tempo na estante, sem vontade de o abrir, com receio de me decepcionar, tanto gosto do filme protagonizado por Burt Lancaster.
O normal é o contrário: decepção com a adaptação cinematográfica da obra literária; mas este filme de Visconti está num pedestal tão alto...; acontecera uma coisa assim com «Despojos do Dia», em que tive medo de o livro não ser digno das interpretações de Anthony Hopkins e Emma Thompson...
Até que ontem o livrinho venceu esses receios, e já vou a meio, sem que tivesse ainda vontade de o pôr de lado.

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sexta-feira, 25 de abril de 2008

o 25 de abril d’o saloio

via cinco dias de Fernanda Câncio em 25/04/08

o comentador 'o saloio' contou a sua experiência da manhã de abril no post 'a revolução na montra'. aqui fica.

Pelas 07H00m, ao ser acordado pela minha mãe esta disse-me que havia "qualquer coisa", pois ouvia-se no rádio músicas militares e apelos a que os civis ficassem em casa nessa manhã. A minha mãe concordava com os locutores e dizia-me para eu ficar na cama. Eu, com 19 anos, achei que não - queria ir ver o que era.

Nessa altura, estudante do Conservatório, aí vim eu no 46, entre Benfica e os Restauradores (ou Rossio, já não me recordo). Lembro-me que no autocarro (daqueles ingleses, de dois andares, que faziam muito fumo e onde eu tentava ocupar um dos lugares da frente no 1º andar), só se falava da derrota do Sporting na véspera - nem uma única pessoa falou nas notícias da rádio.
Seriam uma 08H00 quando desembarquei na baixa, e fui a pé até ao Terreiro do Paço. Um pouco antes, na zona da Rua do Comércio, vi então os soldados - tinham mais um ano ou dois que eu, e um ar de quem não sabiam porque é que estavam ali. Eram recrutas, estavam com um joelho por terra e G3 a tiracolo, encostados à parede do prédio da Rádio Marconni, e olhavam para os telhados.
Os poucos civis àquela hora iam passando e olhavam, como eu, com curiosidade. Perguntei o que é que estavam ali a fazer, e um dos soldados disse-me que o capitão lhes tinha dito para estarem atentos aos telhados. Disseram-me que eram recrutas com apenas três meses de quartel, e alguns mostraram as culatras das armas vazias - sem balas.

Deixei-me ficar por ali - para trás e para diante. Mas que raio se estava a passar? Tudo aquilo era inédito e a verdade, é que nada parecia perigoso, pois as espingardas estavam descarregadas. o único receio era quando a PIDE, ali próxima, soubesse do que se estava apassar, e viesse por aí abaixo. Logo no café, iria contar uma história diferente…

No quarteirão a seguir, era o Terreiro do Paço: havia jipes e chaimites dispostos na periferia da praça, não muitos - uns 15. A malta civil não percebia nada do que se estava a passar. Estaávamos todos atentos a um tipo mais mexido, de quico na cabeça, de G 3 ao ombro, e que parecia que era ali determinante, porque atrás dele corria sempre um outro tipo mais bem fardado (de blusão de cabedal, com um grande coldre à cintura em que segurava com a mão quando corria atrás do outro), e um magala de capacete com um grande rádio preto às costas, tipo mochila, com uma antena alta em fita larga.

O tipo do quico na tola andava para a frente e para trás, tinha um megafone branco pendurado, e os outros dois pareciam aqueles polícias dos filmes mudos antigos…iam também descrevendo o mesmo percurso.
O sol começou a despontar vindo do rio Tejo, dando alguma cor à manhã baça, e cada vez havia mais malta, vinda da outra banda nos barcos. Nas arcadas, todos compreendíamos que era um golpe militar, pois alguns recordaram em voz alta o movimento havido uns dias antes e que tinha "corrido mal".
Por volta das 09H00, apareceu entre os populares o jornalista Adelino Gomes, com a careca branca e os cabelos laterais compridos ao vento. Como sabia quem ele era, um jornalista "do contra", colei-me a ele para ver se percebia mais qq coisa. Mas ele estava muito nervoso e desesperava em contactos e deslocações, entre o desconfiado e a esperança.
Na opinião dele, podia tratar-se de um golpe militar de extrema-direita, para depor o Prof. Marcelo que era um "fraco". Os soldados que estávamos a ver seria tropa do Gen. Kaúlza (da Arriaga), e portanto a coisa não era boa.
Olhámos de soslaio o tipo do quico na cabeça, que soube mais tarde ser o Sr. Capitão Salgueiro Maia e o tipo que corria agarrado à pistola (o actual presidente da câmara de Grândula - Sr. Gen. …Pinto???). Com a dúvida instalada, assisti de longe à vinda dos carros de combate da 24 de Junho, junto ao rio - e que após algumas correrias, se vieram a juntar ao movimento. O jipe e os três carros de combate, após algumas manobras complicadas, ficaram enquadrados com os da EPC.

Mais tarde pela manhã, assisti também, mas de longe, a uns carros de combate que vieram pela Rua do Arsenal (a que refere o post). Eram mais que os primeiros e aqui a coisa foi mais demorada, e no meio da confusão gerada pela grande quantidade de populares, só via a antena do soldado do rádio de um lado para o outro. Os carros de combate de Santarém foram tomando posições de combate, e a malta anónima manteve-se, impávida, debaixo das arcadas, assistindo a tudo com curiosidade e dando, como sempre, as opiniões mais díspares e cómicas.

O Cap. Salgueiro Maia ia dando ordens à multidão civil para retirar, que a coisa podia ficar perigosa, mas a malta fazia-se mouca e não retirava. Acabou tudo em abraços, depois de nos termos apercebido de alguma tensão.
Eram já umas 11H30 quando os chaimites puseram os motores a trabalhar. O Sr. Cap. Salgueiro Maia, através do megafone, dizia para os seus que se iam dirigir para o Carmo. A malta, atenta, decidiu segui-los e aí fui eu…
Fiquei de pé horas, em cima da capota de um Datsun 1200 branco, estacionado à porta da sapataria na lateral. Éramos uns 20 em cima da capota que, devido ao peso, dobrou toda para o interior do veículo.

Só fui para casa a 27 de Abril…sorridente.

Digo eu…

lembrem-se como foi

via cinco dias de Fernanda Câncio em 25/04/08

Às vezes apetece-me agarrar em certas pessoas e levá-las numa viagem no tempo. Há filmes para isso, e até séries de TV - do Conta-me como Foi aos domingos na RTP1 à Guerra, o espantoso documento de Joaquim Furtado sobre a guerra colonial que está de novo a ser transmitido pela RTP2. Mas sei que não funcionam. Nem funcionaria, sequer, uma viagem aos anos pré-1974. Se nem a memória funciona para quem os experimentou, como esperar que alguma coisa funcione?

Quando oiço ou leio elogios a Salazar e ao "outro tempo" a gente que tem idade para se lembrar, fico estupefacta. Nunca deixa de me espantar que se considere que "se vivia melhor" ou "havia mais segurança". É que não é uma questão subjectiva: não me venham com questões subjectivas. Nada há mais objectivo que os indicadores do Instituto Nacional de Estatística, e a forma como nos últimos 34 anos as provas do bem-estar dos portugueses aumentaram de modo quase milagroso. A mortalidade infantil e materna, por exemplo: passámos de um índice de país do Terceiro Mundo para um dos mais honrosos da UE. A esperança de vida. A electricidade, a água canalizada, as casas de banho dentro das casas. A quantidade de jovens que conseguem aceder ao ensino superior. Quem acha que isso não tem nada a ver com a democracia e que era inevitável deve questionar-se, por exemplo, sobre o motivo pelo qual em quase todos os países totalitários, independentemente da sua riqueza, a maioria das pessoas vive tão mal.

Porque antes da democracia a esmagadora maioria dos portugueses vivia mal. Havia miséria como não há, nem por sombras, hoje. Havia pobreza como não há, nem por sombras, hoje. Há gente a viver mal hoje, idosos com reformas miseráveis. Mas antes da democracia não havia sequer reforma garantida para todos - lembram-se? E podia não haver carjacking - não havia sequer carros que chegassem para isso - mas havia tropa obrigatória, lembram-se? E minas nas picadas, e emboscadas na selva. Quantos portugueses morreram, obrigados, na guerra? Quantos voltaram deficientes? Quantos tiveram de fugir para não serem enviados para África? Quantos fugiam, "a salto", para tentar uma vida melhor no estrangeiro? Quantos morriam de medo de dizer alguma coisa errada que os levasse a serem considerados anti-regime, a perder o emprego, a serem presos? Era seguro, ser português? Era seguro, viver numa ditadura?

Há, claro, sonhos que se perderam e traíram. Não somos todos felizes - mas só nos cartazes das ditaduras toda a gente sorri. Os amanhãs cantaram, mas desafinados para muitos ouvidos. Desafinam ainda, e ainda bem - porque agora depende tudo de nós, e cada voz canta diferente. Sobretudo, não me digam que "há medo de falar" nem usem a palavra "fascismo" a torto e a direito. Porque é ridículo, demasiado ridículo, mas porque, sobretudo, é um insulto a todos os que realmente souberam o que era ter medo e viver num regime totalitário, todos os que no "dia inicial, inteiro e limpo" de Sophia se sentiram, enfim, inteiramente inteiros.

(publicado hoje no dn)

Pensamento de Miguel Torga

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via nonas de nonas em 24/04/08
«Coimbra, 20 de Junho de 1975
Estranha revolução esta, que desilude e humilha quem sempre ardentemente a desejou. A mais imunda vasa humana a vir à tona, as invejas mais sórdidas vingadas, o lugar imerecido e cobiçado tomado de assalto, a retórica balofa a fazer de inteligência. Mas teimo em crer que apesar de tudo valeu a pena. Assistir ao descalabro. Pelo menos não morro iludido, como os que partiram na véspera do terramoto.»
Miguel Torga
in Diário XII, 3ª edição revista.

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O 25 de Abril e a História por António José Saraiva

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via nonas de nonas em 24/04/08
O 25 de Abril e a História
«Os cravos do 25 de Abril fanaram-se sobre um monte de esterco... Os militares portugueses, sem nenhum motivo para isso, fugiram como pardais, largando armas e calçado, abandonando os portugueses e os africanos que confiavam neles. (...) Foi a maior vergonha de que há memória desde Alcácer Quibir (...) Era natural que os capitães quisessem voltar depressa para casa. Os agentes do MFA exploraram e deram cobertura ideológica a esse instinto das tripas, justificaram honrosamente a cobardia que se lhe seguiu. Um bando de lebres espantadas recebeu o nome respeitável de "revolucionários" (...) Com estes começos e fundamentos, falta ao regime que nasceu do 25 de Abril um mínimo de credibilidade moral. A cobardia, a traição, a irresponsabilidade, a confusão, foram as taras que presidiram ao seu parto e, com esses fundamentos, nada é possível edificar (...)»

Prof. António José Saraiva
(in Diário de Notícias, 26.01.1979)

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quinta-feira, 24 de abril de 2008

Mandingas e a história da Guiné (III)

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via Guiné, ir e voltar de Gil em 24/04/08
Tratemos agora da segunda parte deste capítulo: a referente à "Oposição ao domínio da Civilização Europeia".

No final do século XIX, período da maior actividade dos portugueses no interior da colónia, foi necessário pôr cobro a determinados abusos praticados por soninkés, que insistentemente recusavam a intromissão no seu meio.
Assim, no Oio, em Janeiro de 1891, um corpo de Caçadores 1 destrói a povoação de Némanacó e mais seis. Em 1897, em Fevereiro, as forças militares, já então com destacamento permanente no Oio, infringiram um revés aos soninkés, depois de vários e encarniçados combates.
Em 1902 os soninkés obrigam a novas operações militares.
Em 1908, no Cuór, Infali Soncó, coadjuvado por seu sobrinho Boncó Sanha (régulo de Badora, mercê dos portugueses) subleva-se, tendo sido necessário desencadear várias operações militares para o submeter.
Mesmo perante os constantes fracassos, os soninkés não desistem de revoltas contra a ocupação e, por isso, em 1910, a seguir a uma outra tentativa, os portugueses tiveram necessidade de lhes aplicar um correctivo, muito embora, mais tarde, se verificasse a insuficiência deste, em face das atitudes assumidas.
Vem o ano de 1912 e com ele Teixeira Pinto, que imediatamente dirige a sua atenção para o Oio. Interna-se nesta região disfarçado de inspector comercial estudando as condições estratégicas e de defesa dos soninkés.
Conhecidas as povoações melhor defendidas e as condições económicas dos indígenas, iniciou a marcha sobre os soninkés em 14 de Maio de 1913, batendo as povoações de Cambajú, N'aron e Dandú (fim do mundo, em Mandinga), da área de Bissorã, seguiu pelo Oio dentro até Gendú e toda a margem esquerda do rio Farim.
Rapidamente batido o Oio, pois a 27 de Junho daquele ano foi dissolvida a coluna de operações, Teixeira Pinto dirigiu a sua actividade para outros pontos de rebelião.
Com a submissão daquele núcleo, o Oio, operou-se, imediatamente, uma transformação do espírito do indígena. Compenetrou-se do domínio português, uma vez verificada a insistência na ocupação dos territórios, entrou pelo caminho do desenvolvimento agrícola, mostrando-se, posteriormente, pacífico.
A ocupação do Oio, devido às medidas administrativas adoptadas, não satisfez inteiramente as necessidades da sua população. Antes do território ter sido batido pelos portugueses, já os indígenas tinham a sua organização política restringida a chefes de tabanca, cada um destes com limitada ingerência na vida dos habitantes. Os soninkés haviam conhecido em "Turu-Ban" até onde podia chegar a nefasta actuação dos grandes chefes de território e, assim, trataram de se integrar dentro daquelas modalidades, pondo-se a coberto de novos predomínios, mesmo dos da sua raça.
Cada aglomerado de população (tabanca) administrava independentemente os seus actos por intermédio de agente (talvez mais como poder moderador), sem atritos nem alterações que prejudicassem a sua vida.
O Governo português resolveu, a título de recompensa pelos serviços prestados, colocar à frente do regulado do Oio (então e propositadamente criado) o tão conhecido Abdul Indjai, djôlofo nascido na Gâmbia, de tribo diferente da que ia administrar.
Abdul, dotado de espírito aventureiro, foi-se insinuando, durante as operações militares em que tomou parte, no ânimo de Teixeira Pinto a ponto deste oficial promover junto do Governo a concessão de algumas prerrogativas, entre as quais a respectiva investidura como régulo do Oio.
Para tal lugar havia deitado as vistas em 1913, isto a avaliar pelo que ele mesmo chegou a afirmar.
Esperto e com fama de valentão, pouco tempo depois de assumir a direcção daquele povo, instituiu o grupo de célebres "ejauras" (nome dado à quadrilha de suruás, que compunha a sua corte) para poder pôr em prática o preconcebido plano de assassinatos e roubos, todos habilmente orientados do seu quartel-general em Mansabá.
Quatro anos passados à frente desse formidável bando de criminosos, bem armado e municiado, julgou-se com força para fazer imposições ao Governo que ali o colocara e que, num dado momento, em vista de tantas solicitações da autoridade administrativa, se preparou para pôr cobro aos desmandos.
O seu carácter de bandido e ladrão astucioso estava descoberto e, portanto, só restava jogar com o amo a ultima cartada: mostrar-se armado com grossos efectivos que acudiam do Senegal ao Oio - fonte inesgotável de gado e dinheiro - exibidos grotescamente em Farim, e fazer exigências atentatórias da autoridade colonial, pondo em causa os direitos de soberania.
Nada foi aceite e as tropas portuguesas marcharam para o Oio em socorro de uma coluna bastante dizimada e empobrecida por Abdul.
A breve trecho, a Calábria africana, o Oio, sentiu o peso das operações militares iniciadas em Julho de 1919 e terminadas com a prisão de Abdul e sequazes, levada a cabo a 4 de Agosto no meio da satisfação dos habitantes.
Nada justificava a atitude de Abdul. Nem aquelas hipotéticas "razões subterrâneas e inconfessáveis" que alguém pretendeu apresentar como causa de tão graves delitos.
Depois de tanto crime, tanta luta de autoridades administrativas e militares para os evitar, e tanta fanfarronada de Abdul que dizia "que desta vez morreria mas não se entregava", tudo acabou por uma prisão vulgar, miserável até, sem um gesto de revolta íntima contra tão ridícula aventura.
E com Abdul acabou a luta contra os portugueses.

* De Henry Labouret "Terre et La Vie".
"Geografia Antiga e Moderna", Botelho (Ed. 1878)
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Nota do editor: adaptação do texto da responsabilidade do editor.

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