VULCANISTAS E PLUTONISTAS (Continuação)
terça-feira, 26 de outubro de 2010
VULCANISTAS E PLUTONISTAS (Continuação)
via Sopas de Pedra by A. M. Galopim de Carvalho on 10/24/10
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10/26/2010 05:02:00 da tarde
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terça-feira, 19 de outubro de 2010
NEPTUNISTAS E VULCANISTAS
via Sopas de Pedra by A. M. Galopim de Carvalho on 10/17/10
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PURÉ DE MAÇÃ REINETA
via Sopas de Pedra by A. M. Galopim de Carvalho on 10/16/10
.
Descasque apenas uma maçã, corte-a às fatias finas e coloque-as dentro de uma tigela que possa ir ao microondas.
Deixe cozer 3 a 4 minutos, retire e mexa bem com uma colher até ficar em puré e verta, depois, para um recipiente maior, de servir à mesa.
Repita a operação com uma segunda maçã e verta o respectivo puré no dito recipiente.
Faça outro tanto (sempre uma de cada vez) com as maçãs necessárias ao número e ao apetite dos seus convivas.
Tratar uma maçã de cada vez permite que o puré fique muito claro, levemente amarelado, com muito bom aspecto. O tempo necessário para descascar e fatiar meia dúzia de maçãs, de seguida, faz com que estas se oxidem e, assim, o puré fica escuro e com menor apresentação.
Como sobremesa:
Proceda de igual modo, tigela a tigela, polvilhando, de cada vez, com açúcar (sempre pouco e entre fatias) e aromatizando com um fio de vinho do Porto.
Repita a operação com uma segunda maçã e verta o respectivo puré no dito recipiente.
Faça outro tanto (sempre uma de cada vez) com as maçãs necessárias ao número e ao apetite dos seus convivas.
Tratar uma maçã de cada vez permite que o puré fique muito claro, levemente amarelado, com muito bom aspecto. O tempo necessário para descascar e fatiar meia dúzia de maçãs, de seguida, faz com que estas se oxidem e, assim, o puré fica escuro e com menor apresentação.
Como sobremesa:
Proceda de igual modo, tigela a tigela, polvilhando, de cada vez, com açúcar (sempre pouco e entre fatias) e aromatizando com um fio de vinho do Porto.
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quinta-feira, 14 de outubro de 2010
POSTAL DE WAGENINGEN. ENTRE A HISTÓRIA E O AFECTO
POSTAL DE WAGENINGEN. ENTRE A HISTÓRIA E O AFECTO
via Justino Pinto de Andrade by Justino on 9/29/10
1. Envio-vos este "postal" a partir de um dos países mais antigos e mais simbólicos da Europa – um país de que se conhecem vestígios humanos há, pelo menos, 100.000 anos. Estou por alguns dias nos Países Baixos, incorrectamente chamados Holanda, pois as "Holandas" são apenas duas das suas doze Províncias, a Holanda do Norte e a do Sul. Ler mais
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10/14/2010 03:24:00 da tarde
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Justino Pinto de Andrade
Foi a revolução francesa uma vingança dos Templários?
Foi a revolução francesa uma vingança dos Templários?
via Legião Vertical by LEGIÃO VERTICAL on 10/13/10
Um historiador francês observou que apesar de hoje se reconhecer que as doenças do organismo humano não nascem sozinhas, mas que se devem a agentes invisíveis, a micróbios e bactérias, no que se refere às doenças desses maiores organismos que são as sociedades e os Estados, doenças correspondentes às grandes crises históricas e às revoluções, pensa-se que aqui, pelo contrário, as coisas sucedem de outra forma, quer dizer que se trataria de fenómenos espontâneos ou devidos a simples circunstâncias exteriores, apesar de nas mesmas poderem ter actuado com grande vigor um conjunto de forças invisíveis similares aos micróbios nas doenças humanas. Ler mais
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10/14/2010 03:23:00 da tarde
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quarta-feira, 13 de outubro de 2010
Descolonização Portuguesa » Nova Tese
Descolonização Portuguesa » Nova Tese
via FÓRUM IGNARA#GUERRA COLONIAL by susana on 9/17/10
Investigador defende que norte-americanos pretendiam travar a expansão soviéticaO investigador José Filipe Pinto defendeu esta quarta-feira que a descolonização portuguesa, tardia, teve a conivência dos Estados Unidos, que pretendiam travar a expansão soviética, argumentando que Portugal nunca esteve «orgulhosamente só», escreve a Lusa.
Esta é a tese defendida pelo professor da Universidade Lusófona no seu livro «O Ultramar Secreto e Confidencial» apresentado, esta quarta-feira, em Lisboa. Ler mais
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10/13/2010 01:15:00 da tarde
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José Filipe Pinto
domingo, 10 de outubro de 2010
A fuga da cidade do Namibe (ex- Moçâmedes) no «Silver Sky»: 10 de Janeiro de...
A fuga da cidade do Namibe (ex- Moçâmedes) no «Silver Sky»: 10 de Janeiro de 1976
via GENTE DO MEU TEMPO (Album de recordações) by MARIANJARDIM on 9/30/10
O velho navio cargueiro grego «Silver Sky» encimado pela foto de um dos refugiados.
DA CIDADE DE MOÇÂMEDES NOS ÚLTIMOS MESES DA COLONIZAÇÃO
PORTUGUÊSA, À CIDADE DO NAMIBE NOS PRIMEIROS MESES DO PÓS INDEPENDÊNCIA DE ANGOLA. A FUGA NO «SILVER SKY» em 10 de Janeiro de 1976
PORTUGUÊSA, À CIDADE DO NAMIBE NOS PRIMEIROS MESES DO PÓS INDEPENDÊNCIA DE ANGOLA. A FUGA NO «SILVER SKY» em 10 de Janeiro de 1976
Mário Lopes viveu o auge do processo revolucionário em curso (PREC), desenrolado em 1975, tanto na Metrópole como em Angola. Tal como na Metrópole, mas pior que na Metrópole, também em Angola, "com os movimentos de libertação instalados em Luanda, o ambiente revolucionário ia permitindo toda uma série abusos, ocupações, etc, mesmo de propriedades ganhas com o suor do rosto. Os movimentos bombardeavam-se de delegação para delegação, e a tropa portuguesa assistia passivamente ao decair da situação, enquanto os o som mais audível por todas as cidades era o martelar de caixotes.» Ler mais
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10/10/2010 10:21:00 da tarde
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Mário Lopes
terça-feira, 28 de setembro de 2010
AS PEDRAS E AS PALAVRAS
via Sopas de Pedra by A. M. Galopim de Carvalho on 9/26/10
O PIOR QUE SE PODE FAZER no ensino das rochas ou das pedras, como toda a gente lhes chama, é apresentá-las desinseridas dos respectivos contextos prático e cultural, precisamente os que têm mais probabilidades de permanecer na formação global do cidadão, em geral, e, naturalmente, também, dos estudantes. Ler mais
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9/28/2010 03:19:00 da tarde
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domingo, 26 de setembro de 2010
ARROZ DE BACALHAU, DE COENTRADA (para 4 adultos)
2 postas de bacalhau do lombo, previamente demolhadas
300 g de arroz
4 dentes de alho (ou mais, consoante o gosto de cada um)
1 decilitro de azeite de muito boa qualidade
1 molho grande de coentros
2 ovos cozidos
1,5 L de água
1/4 de pimento encarnado
Coza o bacalhau, limpe-o de peles e espinhas, lasque-o e reserve-o.
Na água da cozedura coza, de seguida, o arroz.
Entretanto, na batedeira ou num copo com a "varinha", faça um batido de azeite, com o alho e os coentros picados (só não aproveita a raiz). Se necessário, acrescente uma pequena golada de água da cozedura para ajudar a operação. O batido, que deve ficar oleoso e espesso, tem uma bela cor verde e aumenta substancialmente os aromas do alho e dos coentros, valorizando-os. Ler mais
300 g de arroz
4 dentes de alho (ou mais, consoante o gosto de cada um)
1 decilitro de azeite de muito boa qualidade
1 molho grande de coentros
2 ovos cozidos
1,5 L de água
1/4 de pimento encarnado
Coza o bacalhau, limpe-o de peles e espinhas, lasque-o e reserve-o.
Na água da cozedura coza, de seguida, o arroz.
Entretanto, na batedeira ou num copo com a "varinha", faça um batido de azeite, com o alho e os coentros picados (só não aproveita a raiz). Se necessário, acrescente uma pequena golada de água da cozedura para ajudar a operação. O batido, que deve ficar oleoso e espesso, tem uma bela cor verde e aumenta substancialmente os aromas do alho e dos coentros, valorizando-os. Ler mais
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9/26/2010 11:25:00 da manhã
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E, AFINAL, O QUE SÃO AS ROCHAS?
E, AFINAL, O QUE SÃO AS ROCHAS?
via Sopas de Pedra by A. M. Galopim de Carvalho on 9/19/10
A ATENÇÃO dada às rochas e a procura da sua utilidade percorreram uma caminhada tão longa quanto a do Homo sapiens, caminhada de que temos testemunhos na Pré-história e variadíssimos relatos escritos desde a Antiguidade.
Na sua gíria própria, entendível entre pares, os profissionais falam de rochas, dizendo que são sistemas químicos, mono ou polifásicos, resultantes do equilíbrio termodinâmico atingido pelos seus constituintes em determinados ambientes. Entendendo-se por constituintes os elementos químicos incluídos nos respectivos minerais. Por outras palavras, entendíveis pelo comum das gentes, pode, então, dizer-se que as rochas são corpos naturais formados por associações mais ou menos estáveis de minerais compatíveis entre si e com o ambiente onde foram gerados e que são elas, as rochas, que constituem a capa rígida da Terra que, por essa razão, recebeu o nome de litosfera. Ler mais
Na sua gíria própria, entendível entre pares, os profissionais falam de rochas, dizendo que são sistemas químicos, mono ou polifásicos, resultantes do equilíbrio termodinâmico atingido pelos seus constituintes em determinados ambientes. Entendendo-se por constituintes os elementos químicos incluídos nos respectivos minerais. Por outras palavras, entendíveis pelo comum das gentes, pode, então, dizer-se que as rochas são corpos naturais formados por associações mais ou menos estáveis de minerais compatíveis entre si e com o ambiente onde foram gerados e que são elas, as rochas, que constituem a capa rígida da Terra que, por essa razão, recebeu o nome de litosfera. Ler mais
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quarta-feira, 22 de setembro de 2010
António Quadros por ele próprio
António Quadros por ele próprio
via ANTÓNIO QUADROS by aquadrosferro@gmail.com (António Quadros Ferro) on 8/30/10
"[...] O autor pertence ao tipo de navegadores lentos e pacientes, explorando velhos e novos espaços por sua conta e risco. Não sabe construir rapidamente brilhantes catedrais. Não pretende lisonjear as tendências da massa, da multidão, dos ideais dominantes. Não reconhece verdadeiramente adversários em sua volta, porque de todos se sente irmão, na origem da sua actividade, na geratriz da sua energia ao serviço de uma causa. O fio estreito sobre que caminho, a muitos parecerá insatisfatório e frustre. É, porém, o seu fio de Ariadna no labirinto da vida, tal como a pode visionar. Da imperfeição do seu pensar ou da banalidade do que julga descobrir, extasiado, frequentemente, com panoramas que outros já abriram, percorreram, analisaram antes dele - e porventura com mais minúcia [...] não se penitencia, porque o pensar dramático do pesquisador não dá espaço para a penitência: seguir adiante, porque os degraus formados e transpostos estão já queimados, calcinados, aniquilados. A aventura do pensamento - mesmo que só intenção, só desejo, só ideal -, não admite retorno. Nenhum lar, confortável ou árido, o aguarda. Envolto em nevoeiro, ficou para trás o porto de onde partiu. Dele conserva uma recordação, uma saudade, talvez uma herança. [...] Mas o autor, a estas observações, apenas pode replicar, desatento: que caminho, que regresso, que erros, que passado meio esquecido já, é esse? Tudo não foi mais do que a amálgama escaldante, em ebulição, de uma experiência que se concentra no presente, pronta a dar o salto para o futuro. Sensação penosa, dolorosa é, em verdade, para o escritor, reler o que ficou escrito, o que se fixou escrito é a cristalização do imperfeito. No mesmo instante em que termina um livro, relê-lo, é tentado a tudo destruir para recomeçar de novo. O mesmo nos aconteceu, mas compreendemos que recomeçar de novo seria recomeçar eternamente de novo, num ritmo infindável e destrutivo. Por isso, aqui damos esta obra ao leitor com todas as suas imperfeições e, até, com o excesso da sua ambição. Ensaiando uma busca que se nos tornou imperiosa, vamos criando, ao mesmo tempo, uma forma de ser, de estar e de agir, que esperamos possa ultrapassar os limites da subjectividade. [...] Iniciemos, pois, a nossa multiforme investigação agente."
António Quadros, O Movimento do Homem,
Sociedade de Expansão Cultural (1963) pp. 18-19
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9/22/2010 07:35:00 da tarde
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sábado, 18 de setembro de 2010
Antologias - posts mais lidos nos últimos 30 dias (Entre 20Ago e 18Set2010)
Posts mais lidos entre 20 de Agosto e 18 de Setembro de 2010
Cecília Meireles sobre Fernanda de Castro
Príncipe Nicolau do Congo
António Telmo 1927-2010
A propósito do 5 de Outubro: memórias de um dos seus heróis
Memórias de África - Jorge Eduardo da Costa Oliveira
Fonte: Blogger.com - Blogue "Antologias" - Estatística
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Discernimento mental
via Sopas de Pedra by A. M. Galopim de Carvalho on 9/13/10
A MINHA PASSAGEM pela Escola Prática de Artilharia, em Vendas Novas, como cadete do Curso de Oficiais Milicianos, não foi brilhante. Longe disso. Terminei o dito curso, em Fevereiro ou Março de 1953, em oitavo lugar…a contar do fim, num total de cento e vinte cadetes. Tive por comandante um coronel, que ficou célebre por ter silenciado, pelas armas, cerca de um milhar de trabalhadores das roças da então nossa ilha de São Tomé, de que era governador. Como consequência deste massacre, que a censura do Estado Novo procurou ocultar, os mais altos responsáveis militares transferiram-no para Vendas Novas como comandante da dita Escola Prática de Artilharia. Ler mais
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9/18/2010 06:08:00 da tarde
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“JUS DE FRUITS”
via Sopas de Pedra by A. M. Galopim de Carvalho on 9/5/10
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9/18/2010 06:04:00 da tarde
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O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (X)
O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (X)
via Revisionismo by Johnny Drake on 8/19/10
(CONTINUAÇÃO)O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (I)
O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (II)
O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (III)
O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (IV)
O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (V)
O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (VI)
O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (VII)
O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (VIII)
O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (IX)
Argumento 10: O Relatório Leuchter contém inúmeros erros. O facto de Leuchter não ter encontrado concentrações significativas de ferrocianetos nas paredes das câmaras de gás de Auschwitz é irrelevante porque os ferrocianetos dissolvem-se com a chuva, neve, vento, etc..
Resposta: Sim, o Relatório Leuchter [64] contém, realmente, uma série de erros. Podem ser parcialmente explicados pelo facto de Leuchter ter escrito o relatório muito à pressa. Ele tinha que ser apresentado no julgamento de Ernst Zündel em Toronto e, naquela altura, (Abril de 1988) estava a aproximar-se do fim. Mas as conclusões de Leuchter foram completamente confirmadas por Germar Rudolf num estudo muito mais científico [65]. Ler mais
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9/18/2010 03:32:00 da tarde
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Otto Perge
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
Ensino superior não é estudado no país_Entrevista ao Jornal Notícias
Ensino superior não é estudado no país_Entrevista ao Jornal Notícias
via B’andhla by patricio.langa@uem.mz (Patricio Langa, Cape Town.) on 8/30/10
A PARTICIPAÇÃO do Ensino Superior no desenvolvimento do país tem sido nestes últimos anos, uma matéria de grandes debates envolvendo por um lado os políticos, por outro os académicos e a sociedade civil. O número de graduados cresce anualmente, mas poucos são aqueles que desenvolvem acções de pesquisa e investigação em busca de conhecimento que possa conduzir o país ao almejado desenvolvimento económico e por conseguinte, social. Para colmatar esta situação, em 2008, por despacho da Ministra da Justiça de 28 de Novembro, nasce no país, o Centro de Estudos de Ensino Superior e Desenvolvimento (CESD), cuja finalidade é compreender e conhecer a própria academia para posterior entendimento de como ela pode contribuir para o desenvolvimento. Para melhor compreender esta nova instituição, entabulamos uma conversa com o seu director executivo, Patrício Langa, sociólogo de formação, docente e investigador da Universidade Eduardo Mondlane (UEM) que, dentre vários assuntos revela que o ensino superior enquanto objecto e campo de estudo, em Moçambique é praticamente inexistente. Patrício Langa especializou-se na área de "Estudos de Ensino Superior" (Higher Education Studies) na República da África do Sul. Está envolvido em alguns projectos internacionais de pesquisa que investigam a complexa relação entre o Ensino Superior e o Desenvolvimento em África. A seguir transcrevemos partes significativas da conversa. Aqui.
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9/06/2010 01:23:00 da manhã
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MEMÓRIAS DE ÁFRICA - Jorge Eduardo da Costa Oliveira
MEMÓRIAS DE ÁFRICA - Jorge Eduardo da Costa Oliveira
via ANGOLA DO OUTRO LADO DO TEMPO... by MARIANJARDIM on 8/21/10
A MULTIRRACIALIDADE NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA
Pg.150/156. Costuma-se dizer que Deus fez o branco e o preto e o português fez o mestiço. Trata-se do reconhecimento de que nenhum outro povo como o nosso praticou a miscegenação, tanto a miscegenação biológica como a miscegenação cultural.
No tempo em que exerci funções governativas em Angola, a posição doutrinária do Governo português ia no sentido de assegurar igualdade de oportunidades aos portugueses de todas as raças, em todos os escalões da Administração. Vimos já que se tratava de uma realidade verificada na prática, com as restrições decorrentes do facto de não haver ainda uma Universidade em Angola e da reduzida capacidade financeira da maior parte dos angolanos pretos. Realidade que se fazia sentir sobretudo nos Serviços públicos onde a ascensão na carreira não exigia necessariamente a licenciatura, como no caso da Fazenda e das Alfândegas.
Assim, por exemplo nos Serviços da Fazenda, passaram por lá, além dos Directores Simões de Abreu, Joaquim Carvalho e Tomás Rafael, brancos, os Directores Modesto, Barretes (dois irmãos), Mário Dantas Reis, Cristelo e Dr. Victor Correia, mestiços, Alcântara de Melo (goês) e os Directores Lourenço Mendes da Conceição (uma referência dos movimentos independentistas) e José Van-Dunem, de cor preta.

Entretanto, na recta final da Administração portuguesa, a chefia de importantes Serviços na área económica e financeira em Angola estava confiada a naturais do Ultramar. Ler mais
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9/06/2010 01:19:00 da manhã
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Jorge Eduardo da Costa Oliveira
UMA QUESTÃO DE CULTURA
via Sopas de Pedra by A. M. Galopim de Carvalho on 8/22/10
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SAUDADES DE GOA
via Sopas de Pedra by A. M. Galopim de Carvalho on 8/29/10
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John Andrade [23-08-2010] - II
John Andrade [23-08-2010] - II
via Império, Nação, Revolução by Riccardo Marchi on 8/31/10
Mais umas valiosas memórias de John Andrade acerca da Legião Portuguesa.Sobre a Legião Portuguesa: a partir do momento em que Marcello Caetano subiu ao poder, a LP, que estava em decadência, começou a reorganizar-se, aceitando antigos combatentes do Ultramar (em especial Comandos e Rangers) e alguns voluntários estrangeiros para construir uma frente de oposição a Marcello, que já há anos era considerado de pouca confiança; e Marcello sabia disto, de tal modo que tentou acabar com a LP, mas sem o conseguir. Por outro lado, o Serviço de Informação da LP tinha à frente um holandês, o Engenheiro Gijsbert Andringa, que se suspeitava que fosse Marcellista e tinha uma filha comunista, a Diana Andringa; e o subchefe era o Major Antunes, pai do famoso Melo Antunes, bem conhecido por ligações à esquerda activa e com ficha na PIDE. Em resumo, o SI estava infiltrado indirectamente, e ainda por cima estava sob a vigilância da PIDE, por ordem directa de Marcello. Ler mais
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John Andrade
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