quinta-feira, 18 de outubro de 2012
A fraqueza crónica da Democracia
A fraqueza crónica de um sistema democrático de governo, em oposição à ocasional, parece ser proporcional ao grau da sua democratização. Os mais poderosos e estáveis estados democráticos são aqueles onde os princípios da democracia foram menos lógica e consistentemente aplicados. Assim, um parlamento eleito segundo um sistema de representação proporcional é um parlamento verdadeiramente democrático. Mas é também, na maioria dos casos, um instrumento não de governo mas de anarquia. A representação proporcional garante que todos os sectores da opinião estarão representados na assembleia. É o ideal da democracia cumprido. Infelizmente, a multiplicação de pequenos grupos dentro do parlamento torna impossível a formação de um governo estável e forte. Ler mais
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10/18/2012 12:54:00 da manhã
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Aldous Huxley
domingo, 14 de outubro de 2012
RADIOGRAFIA (POUCO EXAUSTIVA) DO PAÍS
Platão (C. 428-347 A.C.)
PREAMBULO
Com o fim do Conselho da Revolução, em 30/09/1982, o Poder Político ficou totalmente nas mãos das forças políticas – surgidas na sequência do 25 de Abril de 74 – que as sucessivas pugnas eleitorais colocavam nos órgãos de soberania, segundo o figurino constitucional entretanto aprovado.
Para trás ficavam anos conturbados que se iniciaram com a perda de controlo da situação originada no golpe de estado do MFA; numa transição político/social caótica e numa descolonização traumática e muito vergonhosa, cujas consequências estão a revelar-se piores das que se seguiram à entrada do Duque de Alba e do Marquês de Santa Cruz, em Lisboa, em 1580, e das Cortes de Tomar de 1581, que foram o seu epílogo. Ler mais
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10/14/2012 12:28:00 da tarde
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Brandão Ferreira
sexta-feira, 5 de outubro de 2012
Discurso de S.A.R., Senhor D. Duarte, Duque de Bragança, 5 de Outubro de 2012
Texto integral do discurso de S.A.R., Senhor D. Duarte, Duque de Bragança, 5 de Outubro de 2012:

(fotografia cortesia da Causa Real)
Portugueses,
Nesta hora difícil que Portugal atravessa, talvez uma das mais difíceis da nossa já longa história, afectando a vida das famílias portuguesas e dos mais desfavorecidos de entre nós, Eu, enquanto descendente e representante dos Reis de Portugal, sinto ser meu dever moral e obrigação política dirigir-vos uma mensagem profunda e sentida, como se a todos conseguisse falar pessoalmente. Ler mais
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10/05/2012 06:52:00 da tarde
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Duarte de Bragança
terça-feira, 2 de outubro de 2012
A Cantina do Sr. Costa

Já há muito que aquela desconhecida terra deixara de nos parecer estranha. Habituáramo-nos a viver ali. Não foi nem fácil, nem difícil; tinha de ser, não havia outra solução e quando algo tem um caracter tão definitivo, o melhor que há a fazer é procurar tirar proveito de tudo o que possa contribuir para que o nosso dia dia-a-dia pareça o menos miserável possível. Desde logo, vivendo um dia de cada vez, não pensando muito no amanhã e mantendo a confiança de que, um dia, outros nos viriam render. Até lá, não valia a pena pensar no assunto.
Lar Mais
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10/02/2012 04:48:00 da tarde
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Egídio Cardoso
quarta-feira, 26 de setembro de 2012
Jornal Público - Um terço é para morrer. Não é que tenhamos gosto em matá-los, mas a verdade é que não há alternativa.
José Vítor Malheiros - Jornal Público - 11/09/2012
*O sonho de Pedro Passos Coelho*
«"Um terço é para morrer. Não é que tenhamos gosto em matá-los, mas a verdade é que não há alternativa. se não damos cabo deles, acabam por nos arrastar com eles para o fundo. E de facto não os vamos matar-matar, aquilo que se chama matar, como faziam os nazis. Se quiséssemos matá-los mesmo era por aí um clamor que Deus me livre. Há gente muito piegas, que não percebe que as decisões duras são para tomar, custe o que custar e que, se nos livrarmos de um terço, os outros vão ficar melhor. É por isso que nós não os vamos matar. Eles é que vão morrendo. Basta que a mortalidade aumente um bocadinho mais que nos outros grupos. E as estatísticas já mostram isso. O Mota Soares está a fazer bem o seu trabalho. Sempre com aquela cara de anjo, sem nunca se desmanchar. Não são os tipos da saúde pública que costumam dizer que a pobreza é a coisa que mais mal faz à saúde? Eles lá sabem. Por isso, joga tudo a nosso favor. A tendência já mostra isso e o que é importante é a tendência. Como eles adoecem mais, é só ir dificultando cada vez mais o acesso aos tratamentos. A natureza faz o resto. O Paulo Macedo também faz o que pode. Não é genocídio, é estatística. Um dia lá chegaremos, o que é importante é que estamos no caminho certo. Não há dinheiro para tratar toda a gente e é preciso fazer escolhas. E as escolhas implicam sempre sacrifícios. Só podemos salvar alguns e devemos salvar aqueles que são mais úteis à sociedade, os que geram riqueza. Não pode haver uns tipos que só têm direitos e não contribuem com nada, que não têm deveres.
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9/26/2012 11:16:00 da manhã
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José Vitor Malheiros
segunda-feira, 24 de setembro de 2012
A bandeira do mar e do céu
A bandeira do mar e do céu:
Genoveva Mayer Ulrich, que usou o pseudónimo literário e mundano de Veva de Lima, mãe da educadora Maria Ulrich, presenciou em Dezembro de 1918 os festejos parisienses do fim da primeira guerra mundial. Do seu relato, publicado meses depois, num jornal de Lisboa, que permanece esquecido, reproduz-se um excerto que diz tudo sobre a emoção da autora ao avistar a mais linda bandeira nessa festa «quadro de epopeia».
Vasco Rosa
Paris! — mirífico espectáculo! Nunca essa linda jóia citadina revestiu, nestas horas rápidas, mais fulgor na sua face explendente para esconder no mais profundo dos seus antros a miséria e a ruína que a devoram.
Onze nações consteladas de fardas imortais espalham os seus exércitos em farândola gentil, como um espargir de flores que se desprendem pelo coração da França, pelas ruas de Paris. E nesse burburinho fantástico de idiomas infinitos, os mil fardamentos de todas as terras enxameiam com a sua mancha de sugestões épicas na multidão monstruosa que a rodeia. Paris, por momentos, parece estalar no apertão titânico do seu movimento, comparável a um areal monstro que se fosse engolfar na concha delicada de um rochedo.
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9/24/2012 12:07:00 da tarde
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Vasco Rosa,
Veva de Lima
quarta-feira, 19 de setembro de 2012
OU DAMOS CONTA DOS PARTIDOS OU OS PARTIDOS DESTROEM PORTUGAL!
Temos mais um interessante e corajoso artigo do Ten-Cor. Brandão Ferreira cuja leitura recomendo vivamente.
Para os mais apressados não deixem de ler e meditar na passagem que transcrevo a seguir e que se refere à génese do inglorioso, nefasto e vergonhoso golpe do 25 de Abril de 1974 que destruiu a Pátria e nossa Nação multisecular, pluriétnica e pluricontinental:
«Chegámos a 1974 e uma pequena parte do Exército, entendeu, por razões que ainda não foram devidamente assumidas, fazer um golpe de estado. Ao contrário dos seus camaradas de 1926, não se percebeu muito bem o que possam alegar como justificação.
Todos os órgãos do estado funcionavam em pleno; não havia crise financeira nem económica; a ordem imperava nas ruas e nos lares.
A Nação encontrava-se em guerra e batia-se no seu melhor ia para 13 anos e não se pode admitir que profissionais do quadro permanente aleguem, porventura, estarem cansados de fazer a guerra.»
Rui MoioOU DAMOS CONTA DOS PARTIDOS OU OS PARTIDOS DESTROEM PORTUGAL!:
Este artigo foi publicado em 8 de Novembro de 2005, apesar da acção nefasta dos actuais Partidos, se fazer sentir hà muito. Presumo que agora já seja mais fácil perceber porquê.
As pessoas, por norma, indignam-se tarde e a más horas e nem sempre pelas melhores razões. E, por norma, também, os diferentes escalões hierárquicos teimam em fingir que não vêem/não entendem, e porfiam em atacar efeitos e não causas. Faz parte da natureza humana.
Não aprender nada, não faz parte da natureza humana".
Brandão Ferreira
D. Manuel I
Frase, que segundo Damião de Góis, o Rei teria proferido após ter reconhecido a Janes Mendes Cicioso, burguês de Évora, depois de este ser ouvido uma justificação do seu protesto contra um imposto real.
Não só lhe deu razão, como o louvou apontando-o como exemplo dos homens que pretendia ter junto de si, de modo a dizerem-lhe “...”
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Fonte: Blogue Adamastror, post de 19Set2012, post do Ten-Cor Brandão Ferreira
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Fonte: Blogue Adamastror, post de 19Set2012, post do Ten-Cor Brandão Ferreira
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9/19/2012 11:16:00 da tarde
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Brandão Ferreira,
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domingo, 16 de setembro de 2012
Que fazer? (O Pensamento de Salazar)
Arrancar o poder das mãos das clientelas dos partidos, pôr acima de todos os interesses o interesse de todos, o interesse nacional, tornar o Estado inacessível à conquista pelas minorias ousadas e mantê-lo em contacto permanente com as necessidades e as aspirações do país, organizar a nação de cima para baixo, com as várias manifestações da vida colectiva, desde a família até aos corpos administrativos e às corporações morais e económicas, e integrar esse todo no Estado, que se tornará assim a sua viva expressão, isto é, tornar real a soberania nacional.
António de Oliveira Salazar in «Salazar e a Revolução em Portugal» de Mircea Eliade.
Fonte: Blogue "Acção Integral, post de 14Sent2012.
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9/16/2012 12:34:00 da tarde
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