sábado, 10 de novembro de 2012

M235 - Manuel Godinho Rebocho -“AS ELITES MILITARES E AS GUERRAS D’ÁFRICA”, ...

Continuação da mensagem M234

Manuel Godinho Rebocho
2º Sargento Pára-Quedista da CCP123/BCP12 (Companhia de Caçadores Pára-quedistas 123 do Batalhão Caçadores Pára-quedistas 12)
Bissalanca/Guiné1972 a 1974


O Dr. Manuel Godinho Rebocho é hoje Sargento-Mor na reserva e foi 2º Sargento Pára-Quedista da CCP123/BCP12, Bissalanca, 1972/74, escreveu um excelente livro "AS ELITES MILITARES E AS GUERRAS D'ÁFRICA", sobre as suas guerras em África (uma comissão em Angola e outra na Guiné combatendo por Portugal) e a sua análise ao longo dos anos.

Nesta mensagem continua-se a publicação de alguns extractos do seu livro, já iniciada na mensagem M234 :

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

UM COMPANHEIRO DE VALOR

foto: internet

Os livros são os mais silenciosos e constantes amigos;
os mais acessíveis e sábios conselheiros;
e os mais pacientes professores.

Charles W. Elliot
(Boston - Estados Unidos 1834-1926 Northeast Harbor-Estados Unidos)

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Repor a verdade (artigo de Pedro Lomba - publicado no Jornal Público de 06Nov2012)

Nota

Pedro Lomba rectifica uma declaração errada prestada pelo Embaixador de Israel em Portugal aquando a intervenção deste na Conferência História e Holocausto que se realizou na fundação Gulbenkian nos dias  29 e 30 de Outubro de 2012.
Rui Moio

* Realmente algém que tem apelido de obediência maçónica não augura nada de bom...

Fonte: Blogue "Reverentia", post de 06Nov2012. In Jornal Público de 6Nov2012

sábado, 3 de novembro de 2012

O grupo de homens que se associou para matar um rapaz



Realiza-se no próximo dia 1 de Fevereiro pelas 19 horas na Igreja da Encarnação - por impossibilidade de se poder realizar na Igreja de S. Vicente de Fora, devido a obras - a missa pelas almas de SMF o Rei Dom Carlos e Príncipe Real Dom Luís Filipe. A melhor definição dada a essa trágica jornada de 1 de Fevereiro de 1908 recebeu a assinatura de Ramalho Ortigão e encontra-se nas chamadas Farpas Anti-Republicanas.

Para Ramalho, o regicídio - ou antes, magnicídio, pois pretendia matar por atacado uma família, mais o primeiro-ministro - tratou-se da associação de um punhado de homens (mandantes, pagantes e executantes) que se reuniram com o declarado propósito de matar um rapaz. Foi essa matilha de celerados e criminosos que a república elevou ao panteão dos cidadãos exemplares, manchando-se para todo o sempre.

Fonte: Blogue "Combustões", post de 19Fev2011.

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

1482. a Chegada de Diogo Cão

Em 1482, chegaram ao Congo os primeiros portugueses, comandados por Diogo Cão. Estes homens encontraram congoleses e quiseram fazer conhecimento com eles. 1, 2

O rio Poderoso 3

Em seguimento da sua política de expansão. D. João II mandou, em 1482, uma pequena frota, comandada por Diogo Cão, escudeiro da casa real, continuar o descobrimento da costa africana, para cá do cabo de Santa Catarina, última etapa atingida por Rui de Sequeira.

O neto de Gonçalo Cão deixou o Tejo em princípios do ano, com um número desconhecido de navios, mas não superior a três, em direcção à Mina. "lugar onde se podia prover de alguma necessidade".4 Trazia consigo mercadorias e presentes, para comercializar e homenagear os potentados do percurso. Ler mais

sábado, 27 de outubro de 2012

Os Ladrões do Poder e os ladrões da penúria – ontem, tal como hoje...

Padre António Vieira
Padre António Vieira - Sermão do Bom Ladrão

"Não são ladrões apenas os que cortam as bolsas. Os ladrões que mais merecem este título são aqueles a quem os reis encomendam os exércitos e as legiões, ou o governo das províncias, ou a administração das cidades, os quais, pela manha ou pela força, roubam e despojam os povos.

Os outros ladrões roubam um homem, estes roubam cidades e reinos; os outros furtam correndo risco, estes furtam sem temor nem perigo.

Os outros, se furtam, são enforcados; mas estes furtam e enforcam."

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Santo Agostinho
SANTO AGOSTINHO (1991) A CIDADE DE DEUS, Vol I. Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian. (Livro IV, Cap IV: p.383)

«Afastada a justiça, que são, na verdade, os reinos senão grandes quadrilhas de ladrões? Que é que são, na verdade, as quadrilhas de ladrões senão pequenos reinos? Estas são bandos de gente que se submete ao comando de um chefe, que se vincula por um pacto social e reparte a presa segundo a lei por ela aceite. Se este mal for engrossando pela afluência de numerosos homens perdidos, a ponto de ocuparem territórios, constituírem sedes, ocuparem cidades e subjugarem povos, arroga-se então abertamente o título de reino, título que lhe confere aos olhos de todos, não a renúncia à cupidez, mas a garantia da impunidade.

Foi o que com finura e verdade respondeu a Alexandre Magno certo pirata que tinha sido aprisionado. De facto, quando o rei perguntou ao homem o que lhe parecia isso de infestar os mares, respondeu ele com franca audácia: " O mesmo que a ti parece isso de infestar todo o mundo; mas a mim, porque o faço com um pequeno navio, chamam-me ladrão; e a ti, porque o fazes com uma grande armada, chamam-te imperador

Fonte: Blogue "Um Homem das Cidades", post de 25Out2012.

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Sentido, lógica...justificação?


‎"Reencontrará o Estado português o seu sentido, a sua lógica e a sua justificação? (...) Terá a grandeza de estimular discretamente e sem exigências de pagamento os nossos pensadores e personalidades criadoras, em vez de os marginalizar por razões políticas, universitárias ou outras?"
 António Quadros

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

A fraqueza crónica da Democracia


A fraqueza crónica de um sistema democrático de governo, em oposição à ocasional, parece ser proporcional ao grau da sua democratização. Os mais poderosos e estáveis estados democráticos são aqueles onde os princípios da democracia foram menos lógica e consistentemente aplicados. Assim, um parlamento eleito segundo um sistema de representação proporcional é um parlamento verdadeiramente democrático. Mas é também, na maioria dos casos, um instrumento não de governo mas de anarquia. A representação proporcional garante que todos os sectores da opinião estarão representados na assembleia. É o ideal da democracia cumprido. Infelizmente, a multiplicação de pequenos grupos dentro do parlamento torna impossível a formação de um governo estável e forte. Ler mais